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sexta-feira, 13 de julho de 2018

Indústria vende direto ao consumidor final. Peraí! E o varejo? Vai sumir???

Então, explicando melhor, estamos aqui querendo insinuar que o varejo pode, um dia, desaparecer? 
SIM!
Veja. As empresas estão se transformando em plataformas. Elas estão fazendo parcerias externas com terceiros, construindo soluções internamente ou comprando pedaços e mais pedaços de elos da cadeia em que atuam. Estão virando, cada empresa, uma espécie de marketplace em si mesma.
Entre outras coisas, estão começando a vender direto ao seu consumidor, através do conceito de omnichannel, em que a indústria passa a controlar desde a produção a venda final, em vários canais, on e/ou off.
Bom, o final dessa história é a desintermediação do varejo tradicional. Novas tecnologias de viabilização de negócios e de comercialização começam a aparecer, acelerando cada vez mais o desmanche da mais antiga cadeia de valor de negócios que conhecemos, que é a que começa na indústria, passa pelo distribuidor, chega ao varejo, que por sua vez vende ao consumidor final.
Amazon estão se precavendo, dominando ela própria vários pedaços dessa cadeia, não sendo um produtor convencional. Nesse item, se alinha com outros produtores e tem hoje produtos de marca própria. Mas é no restante da cadeia,  na lógica do seu marketplace, que está seu pulo do gato. Até o momento, pelo menos.
Atento a esse movimento inédito em nossa história, o AdAge está preparando um summit que vai falar exatamente sobre tudo isso. É o Direct Brands Summit.
Independentemente de você estar pensando em ir ou não, o que vale é ficar ligado na tendência. E ir acompanhando seu desenrolar.
Sempre com uma certeza na cabeça: se você é daqueles que pensa que essas coisas não vão acontecer aqui no Brasil, melhor pensar de novo.
Fonte: Por Pyr Marcondes, Diretor-geral da M&M Consulting para ProXXima.

terça-feira, 13 de março de 2018

O que é Neuromarketing e como aplicar no Marketing digital?

O neuromarketing é a mais nova tendência no campo do marketing. Pode ser caracterizado como a ciência que estuda e analisa a essência dos comportamentos do consumidor. De um modo simples, o neuromarketing é a junção inovadora da Neurociência com o Marketing, e o propósito inicial é entender como o cérebro trabalha nas tomadas de decisões e como pode afetar certos comportamentos.

E quando o Marketing Digital entra nessa história?

Desde o início! Afinal, o principal objetivo do marketing digital é captar as necessidades dos consumidores e aplicar as melhores estratégias para criar novos resultados na web (positivos, claro!). Então, uma das formas de captar essas necessidades é entendendo a raiz do comportamento do público-alvo. Para isso, a ciência, ou melhor, o neuromarketing é uma ferramenta essencial para o sucesso nas vendas.
Resumidamente, esse campo de estudo expressa a ideia de que o cérebro atua de forma inconsciente (por reações químicas) e é através de estímulos internos ou externos (sensações, emoções, propagandas, cores) que passamos a decidir algo e ter algum tipo de comportamento.
Por exemplo, quando chega a época da Black Friday e somos impactados com aqueles anúncios e posts IMPERDÍVEIS que realçam a sensação de urgência em comprar algum produto ou serviço. A lógica utilizada é entender que o consumidor está propenso a consumir, e para o cérebro relacionar com a “urgência” da compra é necessário cores fortes, anúncios impactantes, entre outros.
O marketing digital pode se apropriar do neuromarketing em três pontos principais:

1. Inbound Marketing

Como já comentamos, o inbound marketing é essencial para captar novos clientes com o uso de conteúdos relevantes. Para isso, é importantíssimo ter a ideia de que a primeira impressão é a que fica, ou seja, para atrair a atenção é necessário utilizar as palavras certas para que o cérebro do cliente não se distraia com algo “mais interessante” de ler.

2. Storytelling

O storytelling é uma ferramenta que aguça os sentidos e as emoções de um jeito simples e cativante, contando histórias. É uma estratégia que deve ser associada a marca ou produto e, por isso, mostrar os valores em um storytelling pode auxiliar na hora que o cliente for decidir algo. Sendo assim, o poder de venda é mais efetivo, pois alguma vez ele se “emocionou” com uma história associada à sua marca ou produto.

3. Psicologia das Cores

O exemplo da Black Friday é um deles. A psicologia das cores é essencial para chamar a atenção do consumidor e pode favorecer na hora de mostrar o que você quer dizer ou fazer com que algum sentido seja impulsionado. E quando combinado com a imagem certa, o resultado é ainda melhor.
Esses exemplos mostram o poder da combinação do neuromarketing aplicado ao marketing digital e como pode trazer resultados incríveis para sua empresa. Então, está esperando o que para aplicar essa nova tendência?

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Espaço, fantasia e minimalismo podem guiar criatividade para 2018

Relatório da Shutterstock aponta tendências com base nas buscas do último ano.

A partir da análise de bilhões de buscas em mais de 170 milhões de imagens, a Shutterstock acaba de divulgar o Relatório de Tendências Criativas de 2018. Os dados ajudam a identificar informações relevantes colhidas em imagens, músicas e vídeos de 2017 que determinaram ideias e conceitos que poderão influenciar a criatividade no ano que se inicia.
Nesta edição, o relatório identificou não apenas temas com maior relevância, como uma lista com 20 tendências específicas por país. Além disso, o cenário do design também ganhou um guia de 11 estilos.
Entre as principais tendências para 2018, “Fantasia” aparece como um conceito reconhecido entre as pesquisas. De animais místicos a paisagens, símbolos e elementos fantásticos que levam para outro mundo, o termo “unicórnio” cresceu 297% e “sereia” 145% em relação a 2016. Além disso, a música épica e orquestral também está crescendo em popularidade, resultando em uma pitada de sobrenatural no cotidiano através dos profissionais de marketing e criativos.
Outra tendência destacada, “Espaço” tem atraído as bilheterias de todo o mundo e a criatividade tem se apropriado da ficção científica. As buscas por “energia solar” aumentaram 991% e o interesse em astros cresceu 671%. A popularidade do som de sintetizador de ficção científica aumentou 494% em relação ao ano anterior.
A evolução do minimalismo para um visual mais moderno, chamado de novo minimalismo, também foi identificado. Ele se configura além de linhas nítidas e limpas, mas com cores arrojadas, vibrantes e com estilos fluidos. A procura por “linha contínua” aumentou 432% em relação a 2016. Já “círculo de néon” foi pesquisado 387% a mais do que no ano anterior.
Por país, a Shutterstock também divulgou uma lista de tendências. No Brasil,  “cão” é o estilo identificado pela pesquisa. As outras são:  Fãs de jazz (Argentina); Curvas matemáticas (Austrália); Vintage (Canadá); Cactos (Egito); Histórias em quadrinho (França); Valores familiares (Alemanha); Nebula (Índia); Outonal (Itália); Círculo rosa (Japão); Bordados florais (Coreia do Sul); Design em loop (Malásia); Jazz (México); O Cosmos (Polônia); Mármore (Rússia); Criptomoeda (África do Sul); Antiguidades (Espanha); Grunge (Turquia); Terraço (Reino Unido); e O Phyllomedusa sauvagii (Estados Unidos).
“Em seu sétimo ano, nosso Relatório de Tendências Criativas inspira profissionais criativos em todo o mundo, pois apontam tendências para o planejamento criativo do próximo ano”, disse Robyn Lange, curador da Shutterstock. “Nosso relatório de 2017 foi particularmente preciso em suas previsões, identificando tendências como ‘estática’ no começo. Ao longo do ano, observamos como o estilo cresceu, se desenvolveu e prosperou em grandes campanhas para marcas em todo o mundo. Estamos ansiosos para ver as tendências de 2018 florescerem da mesma maneira”.
Confira cada uma delas: 






























Fonte: PropMark

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Quem são os millennials de 65 anos?

Pesquisa da Kantar Worldpanel, apresentada no CONAREC 2017, mostra o novo perfil do consumidor sênior. Ele é bem parecido com os Millennials. Veja.


A imagem de um senhor de idade sentado, esperando a vida passar, está ficando cada vez mais para trás. Os avanços da tecnologia e a influência do comportamento dos Millennials transformaram o perfil do consumidor sênior. “Temos muitas oportunidades com esse público mais maduro. Eles querem ter suas expectativas atendidas”, afirmou Christine Pereira, diretora de Business e Marketing da Kantar Worldpanel. Ela apresentou dados sobre esse público no CONAREC 2017, que aconteceu nesta semana em São Paulo.
Os estereótipos em relação a esse público, diz, estão sendo desconstruídos. Cada vez mais eles se parecem e desejam o mesmo que a média dos Millennials quer. “Há muitas similaridades. Eles se preocupam com beleza e estilo de vida”, afirmou. De acordo com o estudo, o público com idade acima de 50 anos, considerados independentes maduros, representam 18% da população – um mercado e tanto quando se trata de consumo.
O estudo mostra que o consumo no Brasil deve crescer 1,7%. Contudo, entre esse público o aumento deve ser de 2,3%. Hoje, eles já representam 15% dos gastos em bens de consumo não duráveis. Entre 2010 e 2015, esse público deve triplicar, como consequência do envelhecimento da população.
“É um público que temos de tratar com muito carinho, porque traz muitas oportunidades. A renda deles é maior e eles têm uma relação favorável entre renda e gastos e exatamente por isso eles estão no grupo onde estão as maiores oportunidades”, afirmou a especialista.

Quem eles são?

Quem são os Millennials de 65 anos? É um grupo de pessoas com bolso saudável e que já tem um lar bem equipado, por isso buscam mais serviços e experiências. Segundo o estudo, 31% desse grupo está nas classes A e B; 17% deles gastam com diaristas ou mensalistas; 92% não pagam aluguel; e 64% deles vivem em casas com mais de seis cômodos.
O gasto desse público com itens em promoção é de 14%, número maior que os dos jovens independentes – ou seja, eles se preocupam em manter o bolso saudável.
De acordo com Christine, ao contrário do que dizem, esse público está ligado na transformação digital. “Eles estão fazendo a migração digital, no sentido de buscar aquilo que traz benefícios e simplifique a vida deles. Os negócios que forem nessa direção têm muito para crescer”, considerou.
Produtos e serviços, mesmo digitais, que têm como objetivo tornar o dia a dia desses Millennials de 65 anos mais fácil têm ganhado mais espaço. Segundo a especialista, esse público está até mais disposto a pagar mais por isso.
Por: No Varejo