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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Comércio: Mais de R$ 251 milhões

Pesquisa prevê aumento de R$ 48 milhões em gastos dos consumidores goianos para o Natal em relação ao mesmo período de 2012

Wilson Isaías Da editoria de Economia


Pesquisa do Instituto Grupom Consultoria e Pesquisas encomendada pela Associação Comercial Industrial e de Serviços de Goiás (Acieg), apresenta uma estimativa de vendas para esse natal de RS 251 milhões. O responsável técnico pelo levantamento, Mario Rodrigues Filho, diz que as pessoas deixaram para ir às compras de última hora e de hoje até terça-feira, vésperas do Natal, mais de 300 mil consumidores devem tomar conta das ruas da Capital, principalmente as do Centro e de Campinas. Segundo Mario, quando comparado com o ano passado, cuja estimativa era de RS 203 milhões, as vendas de natal este ano devem apresentar um crescimento de 20% em termos superior, ou seja, Papai Noel injetará no comércio mais RS 48 milhões.

O pesquisador explica que a estimativa total final é feita a partir da multiplicação do valor que cada família declara pretender gastar no Natal.  Revela ainda que o Grupom faz esta pesquisa há 11 anos e que em fevereiro ou março vai a campo para novo  levantamento ''desta vez para verificar se o perfil sinalizado pelo estudo foi confirmado na hora da compra". Ele Informa que, geralmente, o valor faturado é ligeiramente superior ao estimado. Explica que a margem de erro da pesquisa é de 5% para mais ou para menos, e que "comumente a variação se dá para cima".


Dos entrevistados, 63% informaram que farão as compras em lojas de Campinas, no Centro, camelódromos, feiras, super e hipermercados e lojas de bairros.

A justificativa para a estimativa de que a multidão tomará conta das ruas da Capital nos próximos dias advém de duas constatações. A primeira delas é porque no dia em que foi feito a pesquisa – 9 de dezembro - apenas 14,1% dos entrevistados já haviam feito suas compras natalinas e os demais disseram que deixariam para comprar posteriormente. Disseram ainda que, apesar de 23% dos entrevistados terem declarado que fariam suas aquisições natalinas em shoppings outros 63% informaram que comprariam em lojas de Campinas, no Centro,  camelódromos, feiras, super e hipermercados e lojas de bairros.

Apenas 15,8% disseram não saber onde comprariam. Em comparação com 2011, a média de consumidores que comprarão em shoppings continua dentro da mesma margem: 21,1%, em 2011 e 23,3% em 2013. Já o percentual daqueles que informaram a intenção de adquirir os produtos natalinos em lojas de bairros quase que dobrou, em 2011 foram 4.4%. Já em 2013 esse percentual saltou para 8,4% dos entrevistados. Na variação percentual em 2012 x 2013, apenas dois itens experimentaram que da os da linha branca (- 85) e informática (-4.5%)


ELETROELETRÔNICOS

Conforme já vinha sendo apontado pelas últimas pesquisas, o desejo dos goianienses por eletroeletrônicos (celular, tablet,  TV LED/3D e outros), só aumenta: em 2011 a pretensão de compra era de 18,1. Em 2012, 19.3%, em 2013 essa Intenção saltou para 25,3%. Na comparação com o ano anterior o percentual significa uma variação de 31.1%. Contudo, conforme ocorreu nos últimos anos, a maioria pretende comprar roupas (56,2%) e sapatos (51,8%). Neste natal 61,5% dos homens pretendem comprar roupas e 53,2% calçados. lá entre as mulheres 53,5% querem roupa nova e 51,8% calçados.

Mario Rodrigues aponta para outros valores importantes. No ano passado 26,7% dos entrevistados disseram que usariam o rendimento de final de ano para quitar dividas e este ano esse índice caiu para 20,9%. Ele diz que essa queda de 5,8% demonstra que caiu o nível de endividamento do goianienses e  aumentou seu poder de compra",  comemora.  Outro sinal positivo apontado por ele é o aumento em 2,2%  daqueles que pretendem aplicar seus rendimentos em poupança.


VALOR DAS COMPRAS

O dinheiro gasto com presentes de natal também seguiu em escala crescente. Em 2008 cada entrevistado declarou que gastaria RS 307,99, em 2010 esse valor subiu para R$ 444,17, em 2011 foi para RS 496,15, em 2012 teve uma pequena elevação e chegou a RS 507,81, já em 2013 saltou para RS 655,90. O responsável técnico do Grupom, credita que esse “boom" demonstra melhoria da economia, "o consumidor passou a gastar mais nos últimos 10 anos devido ao aumento da empregabilidade e renda", justifica. Ele lembra que houve um aumento da renda familiar. Destaca que as famílias antes contavam com apenas um provedor, o pai. Lembra que atualmente também estão no mercado de trabalho esposas e filhos e isso naturalmente, eleva o poder de compra das famílias Ele também desmistifica a crença de que a maioria vai às compras na véspera do natal porque o brasileiro deixa para fazer tudo de última hora. "Não podemos esquecer que a maioria dos trabalhadores recebe o 13° salário no dia 20 de dezembro", esclarece.


CONSUMIDORES

Consumidores ouvidos pela equipe de reportagem do Diário da Manhã, deixa entrever que gastos e lucros podem ser maiores do que aqueles estimados pela pesquisa Grupom/Acieg. Os entrevistados pelo levantamento que disseram pretender adquirir seus bens natalinos em shoppings estimaram um gasto médio com as compras de R$ 860,98. A única pessoa encontrada e que estava dentro da média de gasto constatada pela pesquisa. não faz parte do perfil daqueles que deixaram as compras para a última a hora. A estudante Raiany Santos. 20 anos, revela que fez suas compras de Noel em setembro. "Apesar de dizerem que no Natal tem muita promoção. sei que é tudo mentira e por isso compro antes". declara. Mesmo tendo feito as compras antecipadas, ela confessa ter gastado uma média de 800.

Já a professora aposentada. Regina Costa. 62 anos, portava muitas sacolas e já havia gastado mais do que o previsto. Ela contou que teria que presentear cerca de 15 pessoas, já havia gasto aproximadamente R$ 1.200, mas que ainda faltavam coisas para comprar. Empresário do ramo de produtos naturais, Leandro Ferreira. 37 anos, confessou que ainda não havia feito suas compras e que gastaria no mínimo R$ 2 mil com brinquedos e roupas.


600 MIL NAS RUAS

A presidente da Acieg, Helenir Queiróz, acredita que nesses próximos dias 600 mil consumidores "invadam" as ruas da Capital. Ela lembra que "a pesquisa do Grupam só mensura os consumidores de Goiânia e não podemos esquecer que vem muita gente do interior de Goiás e até de outros Estados”. Ela se diz muito otimista quanto à projeção de faturamento feita pelo instituto.

Helenir esclarece que uma pesquisa de mercado "é de grande importância por ajudar o comerciante a se organizar e se preparar para as possibilidades de venda que terá". Lembra que o estudo mostra o comportamento do consumidor, qual o tipo na quantidade de gastos pretende fazer e, principalmente, que a grande maioria dos consumidores ainda não fez suas compras. Helenir se diz otimista com as vendas deste natal. Lembra que a pesquisa sinaliza para um aumento bastante significativo no consumo. Fala que "esse recorde já é bastante positivo". Contudo, não descarta a possibilidade de que as vendas sejam superiores do que a média prevista pela pesquisa devido aos consumidores vindos de outras localidades.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Transporte público coletivo, um desafio para a sociedade

Nestes seus três anos de atividade, o Fórum de Mobilidade Urbana tem-se aberto à discussão com a sociedade civil, aí incluídos representantes dos seus segmentos mais representativos, e a própria academia, para a busca objetiva de soluções para os magnos problemas que temos enfrentado em Goiânia e nas cidades da Região Metropolitana.

Nesta quinta-feira, (19/09) na sua 20ª Reunião Ordinária, e no início da Semana de Mobilidade, o Fórum expandiu esse debate para propor, originárias de pesquisas e de alentados estudos técnicos, três alternativas básicas: o custeio social dos benefícios e gratuidades no sistema de transporte público na Grande Goiânia; a implantação de infraestrutura adequada para favorecer a competitividade do transporte público coletivo e, enfim, a criação de um fundo metropolitano de mobilidade urbana voltado à melhoria da qualidade do serviço de transporte oferecido à população.

A discussão desta quinta-feira foi ampla e múltipla. Convidado especial do Fórum, aqui esteve um especialista no assunto, o pesquisador do Ibre/FGV, Samuel de Abreu Pessoa. Entre os nossos gestores públicos, compareceu o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia. Na plateia, estudiosos do assunto, gente da universidade, técnicos e representantes das cerca de 30 entidades da sociedade civil que integram o Fórum. Como parceiros da empreitada, a Associação Nacional de Transporte Público - Regional Centro-Oeste (ANTP-CO) e o Movimento pelo Direito ao Transporte (MDT). Economista que estuda mecanismos de financiamento do transporte público coletivo, cujos estudos já foram apresentados para tomadores de decisão no âmbito federal, e, presentemente, no município de São Paulo, Samuel Pessoa analisou a problemática a partir de quatro vertentes: a situação fiscal do estado, o problema econômico da mobilidade, a solução técnica e - um tema emblemático - a economia política do metrô, e a questão maior, que é o processo do financiamento no serviço do transporte público coletivo. Sua conclusão, bastante objetiva e prática: há que se buscar um modelo de financiamento, que corrija o que considera grave distorção - o chamado subsídio cruzado.

Participando do debate, o prefeito Paulo Garcia concordou em muitos pontos com as teses de Samuel Pessoa, para concluir que não pode ser o usuário, mas a sociedade, que deve arcar com esse processo de financiamento. Chegou no ponto crucial, que é o ativamento do fundo metropolitano, que existe em tese, mas que carece da definição de fontes de custeio para que possa entrar em prática.

É exatamente esta uma das propostas do Fórum, que conclama o poder público a adoção de medidas práticas para que o fundo metropolitano de transporte possa se transformar em realidade. Cremos que esta, neste momento agravado pela crise pela qual passa o transporte coletivo na Região Metropolitana de Goiânia, é a saída da qual não temos como escapar. O problema é da sociedade. Não é justo, afinal, que o elemento central desse processo - o usuário - arque com o custo adicional de um sistema de transporte que contempla a gratuidade nos bilhetes. As operadoras do sistema, também representados na reunião do Fórum de Mobilidade, mostraram o autêntico gap em que se encontram, segundo a nota técnica “Insustentabilidade do Transporte Público” emitida para o conhecimento da sociedade.

O problema está colocado. Os parâmetros disponibilizados para a avaliação de todos. Há portanto um caminho a ser percorrido. É o que se impõe neste momento. Persistindo o clima de conciliação entre os poderes público municipais, estadual e federal, há, sim, como ser seguida essa trilha. É o que o Fórum de Mobilidade espera. Com a confiança em que essa viagem há de nos levar a um porto seguro, fazendo-se justiça a quem precisa do transporte público para os sagrados deveres de cada dia na vida de cada uma de nossas famílias.
 

ILÉZIO INÁCIO FERREIRA é empresário da construção civil, presidente da Ademi-GO, do Instituto Cidade e do Fórum de Mobilidade Urbana da Região Metropolitana de Goiânia.
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terça-feira, 9 de julho de 2013

Maioridade penal: TV Goiânia entrevista Grupom

A TV Goiânia Band esteve na Grupom Consultoria e Pesquisa na terça-feira, 02, para conversar com o coordenador, Mario Rodrigues Neto, a respeito da pesquisa realizada pela empresa sobre Maioridade Penal.  O estudo que foi realizado entre os meses de maio e junho, mostra que 92% dos moradores de Goiânia são favoráveis à redução da maioridade penal de 18 para 16 anos.

Esta pesquisa foi de iniciativa própria da Grupom Consultoria e Pesquisa, que está comemorado 40 anos no mercado e se preocupa com temas atuais debatidos por toda a sociedade.


Acompanhe a matéria!


sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Eleições 2012: Sentimentos em relação ao Prefeito

Camila Teles

Dando seguimento às pesquisas relacionadas às eleições deste ano, a Grupom buscou avaliar o sentimento dos eleitores em relação à administração do prefeito, governador e presidente. Os dados são baseados na primeira rodada da pesquisa Radio730am / Grupom, realizada entre 21 a 24 de julho em Goiânia, quando 621 pessoas foram entrevistadas. A pesquisa foi registrada sob protocolo número: 00079/2012 de 21/07/2012.

SENTIMENTO DO PREFEITO
                Foi perguntado aos entrevistados qual é o sentimento dele/a em relação ao atual prefeito, Paulo Garcia. Os critérios de resposta fugiram do habitual “ótimo”, “bom”, “regular” e “ruim”, abordando de forma mais abrangente os níveis de satisfação, rejeição, confiança, compreensão e decepção.  Foi pedido, também, que o entrevistado desse uma nota de 1 a 10 para a administração do prefeito.

                No geral, o sentimento mais citado em relação ao prefeito  Paulo Garcia é a resposta “desconfiança” com  23,8% dos entrevistados.  O que significa ‘desconfiança’:  O eleitor  pode não ter a certeza que o Prefeito Paulo Garcia possua condições de administrar a cidade . Esta hipótese pode ser verdadeira ou falsa, mas deixou-nos uma interrogação para que em pesquisas qualitativas tentarmos descobrir o porquê da resposta.

Paulo tem uma avaliação positiva dos entrevistados em 51,2% (Soma da Satisfação, Confiança e Compreensão) e 48,8% de avaliação negativa (Soma de Decepção, Rejeição e Desconfiança). Veja os dados detalhados no gráfico abaixo.


Quando perguntados que nota dariam hoje à administração da prefeitura, a avaliação foi positiva: 57,7% dos entrevistados deu nota acima de 6. Mesmo assim, a média geral ficou um pouco abaixo: 5,7.




Sentimento do prefeito x Eleitor por candidato

                Na relação de eleitores por candidatos, entre os entrevistados que rejeitam todos ou pretendem votar em branco/nulo, 17,4% apresentam sentimentos negativos em relação ao prefeito Paulo Garcia. Isso representa cerca de 148 mil eleitores goianienses.

                Um fato curioso, é que 3,7% dos entrevistados, apesar de apresentar algum sentimento negativo em relação ao Prefeito, disseram ter a intenção de votar em Paulo Garcia nesta eleição. Outro ponto significativo: os eleitores de Isaura Lemos são aqueles que apresentam o maior índice de visão negativa, 7,4% dos entrevistados.



                A campanha ainda está no começo, mas a avaliação do sentimento do eleitor é importante para que se possa avaliar o possível impacto do Prefeito no contexto eleitoral, como o eleitor vota em função de sua percepção em relação ao administrador municipal. Continue acompanhando o blog para informações sobre o sentimento do eleitor em relação ao Governador Marconi Perillo e à Presidente Dilma Rousseff, além de outras informações sobre as Eleições 2012.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Maioria quer que Rotam volte a atuar como antes

Maioria quer que Rotam volte a atuar como antes

Levantamento foi realizado antes do anúncio da troca de comando nas polícias
01 de dezembro de 2011 (quinta-feira) Jornal O Popular
Mantovani Fernandes 
Viatura da Rotam foi retirada das ruas de Goiânia em março, após prisão de policiais

A maioria dos goianienses quer que a Rotas Ostensivas Táticas Metropolitanas (Rotam) volte a atuar como antes. São 53,2% dos 570 entrevistados pelo Instituto Grupom. Para 36,3% dos consultados, o grupo de elite deve continuar como está. Já 10,5% não avaliaram. A pesquisa foi realizada antes do anúncio da troca de comandos nas polícias e do retorno do preto aos uniformes e carros da tropa de elite.

Até agora, a principal mudança anunciada foi na cor do uniforme. A farda e as viaturas voltarão a ser pretas - cor que, até março desde ano, caracterizava a tropa. Naquele mês o grupo foi retirado das ruas após a Polícia Federal prender integrantes por suspeita de participação em grupos de extermínio, entre outros casos de abuso de poder.

Além da cor e do aumento de efetivo, não foram anunciadas outras medidas concretas, mas os discursos do secretário de Segurança Pública de Goiás, João Furtado Neto, e do novo comandante geral da Polícia Militar, coronel Edson Araújo, indicam o endurecimento do combate ao crime.

"Acredito que a identificação de uma força de elite nas ruas ajuda na segurança pública", afirma Furtado. Já Araújo disse que a Rotam vai retornar em maior número. "Vai representar o pavor para os criminosos e segurança para a sociedade." Outra fala emblemática do novo comandante foi: "O macaco só desce do pau em mata que não tem onça. A onça vai pra rua".


Perfil
Homem, 25 a 40 anos, com instrução até o primeiro grau e morador da periferia: este é o perfil da maioria que deseja que a Rotam "volte a atuar como antes". São os homens que querem o retorno. As mulheres somam 56%.


O menor índice de aprovação do retorno está entre os empresários: metade deles. Em seguida, são os cidadãos com 55 anos ou mais: 50,5%. Por outro lado, os que mais desejam a Rotam de preto e com "sua ideologia de trabalho" - nas palavras de Araújo - são os moradores da Região Sudoeste: 79,4%. Trabalhadores autônomos e que atuam na área de segurança vêm em seguida: 75%.

O diretor do Grupom, Mário Rodrigues Filho, afirma que a pesquisa constata uma mudança na imagem da Rotam, motivada pela sensação de insegurança na sociedade. "Lá atrás a Rotam estava negativa mas hoje a população percebeu que os bandidos tinham medo dela."

Ele lembra que as regiões periféricas da cidade não significam bairros pobres. O Alphaville, por exemplo, está entre as 99 classificadas desta forma, por estar distante dos 7 bairros listados como centrais.

Entre os bairros da Região Sudoeste, local com maior índice de cidadãos que desejam o retorno da Rotam como antes, está o Parque Amazônia. O local registrou 11 homicídios neste ano e está entre os bairros mais violentos.

Cor inibidora
O professor da Faculdade de Direito da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Goiás Baltazar Donizete de Souza afirma que o preto é uma cor inibidora. Ele é especialista em segurança pública e coronel da Polícia Militar. "A cor causa um certo pânico, medo no infrator."

Souza afirma que bandidos de maior periculosidade respeitam apenas a Rotam. "O homicida, o latrocida, o assaltante de banco, a única força que ele respeita é a Rotam." Na avaliação dele, as tropas de elite são as mais disciplinadas e precisam ser bem treinadas. "Tem de agir dentro da legalidade."

À secretaria, cabe aprimorar métodos de fiscalização do trabalho do grupo de elite.

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A pesquisa realizada pela Grupom, obteve os seguintes dados:


*os que não avaliaram, não foram estimulados ao resultado

Os entrevistados que avaliaram a atual situação da ROTAM, foram estimulados a optar por uma das duas alternativas: "que ela continue como ela está" ou "que volte a atuar como antes". A não avaliação por parte dos entrevistados não foi estimulada na pesquisa.
Somente os que avaliaram
Dos que avaliaram, a maioria deles quer que a ROTAM volte a atuar como antes.


Os homens, em sua maioria, preferem que a ROTAM volte a atuar como antes, assim como as mulheres, porém o resultado é mais expressivo para o sexo masculino, que demonstra também maior diferença entre os resultados de que a ROTAM continue como está ou que ela volte a atuar como antes.


O número mais expressivo de pessoas que desejam que a ROTAM volte a atuar como antes está na faixa etária entre 25 e 40 anos, porém, das faixas etárias apresentadas, todas elas desejam que a ROTAM volte a atuar como antes.



Com relação a escolaridade, a maioria dos entrevistados também prefere que a ROTAM atue como antes, porém a faixa que apresenta maior percentual e maior diferença entre as situações propostas é a de escolaridade primária/1º grau.


 Moradores da região periférica são identificados como o percentual significativo com relação à aprovação da antiga atuação da ROTAM em comparação com as outras regiões.




A atividade/profissão mais preocupada com a volta da antiga ROTAM são os autônomos e os que executam atividades de segurança com percentual bastante expressivo de diferença entre como era antes e como está agora.


A antiga ROTAM, representa os uniformes pretos e carros que intimidam realmente a ação de bandidos. A preocupação da população com a segurança pública se mostra cada vez mais importante e necessária para que se faça cumprir a lei com criminosos.